sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

GATUNAGEM NO TORTOSENDO


 


O Núcleo de Investigação Criminal da GNR (Secção da Covilhã) num magnífico trabalho desenvolvido deitou mão a dois larápios, que por agora tinham paradeiro em Tortosendo, mas pertenciam ao distrito de Setúbal.
Eram estes dois meliantes de metro e oitenta de altura, com vinte e quatro anos de idade, que roubavam e causavam pânico no Tortosendo e arredores.
Denunciámos aqui o roubo no Unidos do Tortosendo e os prejuízos aí causados. Pois agora já se encontram identificados os seus causadores.

Ontem mesmo, um rapaz pedreiro de profissão, morador no Tortosendo, que fazia vizinhança com os larápios, foi convidado por estes, a deslocar-se a certo local da vila a fim de fazerem uma confraternização bebendo uns copos.

Pois o pobre rapaz pedreiro, levou dessa gente uma carga de porrada, para lhe extorquirem os vinte e três euros que tinha na carteira, a aliança que tinha no dedo, o relógio que tinha no pulso, mais o telemóvel no bolso.

Mas todo o filme não havia de ficar por aqui, porque os meliantes, deslocaram-se para o bairro dos Pinhos Mansos e com o prolongar da noite a fome também ia tomando conta deles.
Resolveram às tantas da noite encomendar umas pizas, “na telepizza,” lá veio o rapazinho na sua motoreta com as pizas.

Só teve tempo de parar a motoreta e puxar do capacete, logo aí lhe foi posta uma grande faca ao pescoço e retiraram-lhe todos os haveres que o rapazinho trazia consigo, motorizada, dinheiro, telemóvel, etc.
Já o dissemos, num magnífico trabalho realizado pelo núcleo de investigação criminal (secção da Covilhã) estes meliantes já andavam debaixo de olho desde a alguns tempos a esta parte.

Tendo-nos sido dada a oportunidade de observar alguns dos objetos recuperados aos meliantes, verificámos que estes ainda são de elevada monta.
Alguns tortosendenses ainda tiveram sorte em reaver alguns dos seus bens, outros nem tanto, porque, em questões de dinheiro, nem velo, outros materiais tomaram novos donos.

Mas as investigações prosseguem, disseram-nos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Contradições Iluminarias na nossa terra


Sobre as contradições iluminarias da nossa terra já recebemos da autarquia, por parte do Dr. David Silva, a respetiva justificação de que tudo têm feito junto das autoridades competentes para a resolução deste assunto, tendo obtido como resposta, que o mesmo se irá resolver dentro do mais curto espaço de tempo.
Oxalá esse tempo seja mesmo curto, para bem de muita e boa gentinha que se deslocam para os seus trabalhos pelas seis horas da manhã e que infelizmente têm de percorrer o caminho pelas escuras da noite.


Como nota de rodapé, apraze-nos aqui fazer o registo de que o esforço desenvolvido pela autarquia na pessoa do Dr. David Silva, sobre o assunto da iluminação, resultou em pleno e quando assim é, só temos de ficar reconhecidos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Contradições iluminarias na nossa terra

Ora vejamos:

6 horas da manhã no Tortosendo.
 
 
 
 
 
6 horas da tarde no Tortosendo.
 
 
 
 
 
NO COMMENTS!
  

AS RETRETES DA PRAÇA DA LIBERDADE


Hoje fiz uma visita às retretes da praça, O Senhor António Gaspar, responsável por aquele espaço público, deu-me conta do seu árduo trabalho em tentar manter sempre asseado aquele local.
Disse-me sem papas na língua, que há pessoas que frequentam aquele espaço, com comportamentos piores do que bichos, porque as borradas fazem-nas em qualquer lugar e atiram-nas para qualquer sítio.

Partem louças estragam canalizações, roubam torneiras e lâmpadas, borram paredes e tetos.

Enfim… se é gente, é indigna de o ser!
Por vezes lá se fecham as portas para fazer reparações, e já são tantas vezes que assim acontece.

Depois lá paga o justo pelo pecador, porque de facto há muita gente pela praça que são pessoas dignas, respeitadoras, e que precisam que aquele lugar público funcione.
Com este escrito pretendemos também apelar a todas as pessoas frequentadores daquele espaço, que preservem ao máximo um lugar que é, e deve ser de todos sem exceção e aonde todos possam ir sem qualquer tipo de constrangimento.

O Senhor António Gaspar vai gostar e agradece.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Desfile Carnavalesco no Tortosendo


Cumprindo-se a tradição, os jardins de infância e escolas do 1.º ciclo da vila, saíram à rua para festejar o carnaval.
Com muita gente pelas ruas assistindo ao desfile carnavalesco aonde imperava muita música, muita alegria e animação, assim percorreram as principais artérias da vila.
Muitos parabéns à organização.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

SNOWBOARD URBAN FEST


A Cidade da Covilhã recebeu este fim de semana, dias 26 e 27 de Janeiro, cerca de dez mil visitantes para assistir às provas deste evento, oriundos de quase todo o país, bem como de outros países da Europa.
O jovem arquiteto lisboeta de 22 anos, André Santos, ganhou pela primeira vez o Campeonato Nacional de Snowboard.

Quanto à prova internacional, ela foi dominada na sua totalidade, por atletas italianos, repartindo entre eles os três lugares do pódio.
Participaram nas provas, 61 atletas representantes de sete nacionalidades.

No dizer da organização a iniciativa, saldou-se como um êxito total, para o ano há mais e pensam contar com outos incentivos.

Centro de Atendimento Turístico na Covilhã


COVILHÃ VAI TER CENTRO DE ATENDIMENTO TURÍSTICO
A Câmara Municipal da Covilhã iniciou as obras de construção do Welcome Center.
Trata-se de um centro de atendimento turístico, localizado à entrada da cidade, na Alameda Pêro da Covilhã, cujo investimento ronda os 203 mil euros e se prevê esteja concluído no início do Verão.
A nova infraestrutura será um espaço privilegiado de informação turística sobre o concelho e sobre a Região, no que diz respeito aos espaços museológicos, arquitetónicos e de lazer, à oferta hoteleira, cultural, desportiva e gastronómica.
 
UM ESPAÇO MODERNO NA ENTRADA DA CIDADE
O Welcome Center terá uma construção exterior moderna e arrojada. Um desafio ao conceito de arquitetura convencional em chapa de aço lacada a branco.
O centro de atendimento turístico desenvolve-se num piso único com cerca de 150m2, que se divide em duas zonas, uma exterior coberta que funciona como hall de chegada e atendimento ao público, e uma área interior destinada a toda a informação turística com suportes multimédia e interativos, espaços com ligações à Internet e telefone e instalações sanitárias devidamente preparadas para pessoas com mobilidade condicionada. A infraestrutura terá ainda uma área de estacionamento para 10 automóveis.

FEIRA DE INVERNO NA CIDADE DA COVILHÃ



A Câmara Municipal vai realizar, de 8 a 12 de Fevereiro, a quarta edição da FEIRA DE INVERNO DA COVILHÃ.
À semelhança das edições anteriores, todos os visitantes terão a oportunidade de conhecer, entre as 11:00 e as 20:00 horas, o requintado artesanato e provar inúmeros produtos regionais, próprios de uma cidade de montanha.
Produtos alimentares e gastronomia regional; vinhos e licores; doces, biscoitos e bolos; sopas e queijos; peças de decoração de interiores; roupa 100 por cento lã e burel; pintura; arte sacra; bordados; diversos tipos de trabalhos manuais, artesanato e brindes são alguns dos produtos que irão preencher os mais de 30 stands desta quarta edição, que será, seguramente, um sucesso.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Hospital Cova da Beira

Hospital da Covilhã vai entregar fatura com custo de cada urgência para informar utentes

O Hospital da Covilhã prevê entregar, a partir de sexta-feira, uma fatura informativa a todos os utentes do serviço de urgência, anunciou, esta segunda-feira, a administração.

Nada muda nas taxas moderadoras, mas cada pessoa passa a ser informada de quanto custou tratá-la, explicou o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB), Miguel Castelo Branco, em conferência de imprensa.

Num exemplo de fatura entregue aos jornalistas, é descriminado o custo unitário dos tratamentos e apresentada a despesa total da unidade de saúde, de acordo com uma tabela nacional do Serviço Nacional de Saúde.

Ao lado, surge o valor suportado pelo utente com as taxas moderadoras, quando as paga, ressalvou Miguel Castelo Branco, recordando que mais de metade dos utentes do CHCB estão isentos.

A fatura informativa, que não traz qualquer pagamento acrescido, já é entregue noutros hospitais do país e "visa a consciencialização do utente", realçou o presidente do conselho de administração.

Para o responsável, "é importante que as pessoas tenham conhecimento da realidade", para saberem para onde vai o dinheiro dos impostos e para saberem que mesmo as taxas moderadores só cobrem "uma pequena parte dos gastos" em saúde.

Miguel Castelo Branco acredita que a medida vai ajudar a que os hospitais não sejam vistos como "um supermercado em que as pessoas chegam a uma prateleira e tiram um exame e vão a outra tirar outro exame", como se não houvesse despesas.

A despesa não pode limitar os cuidados necessários "de acordo com a informação médica", sublinhou, mas "tem que haver racionalidade clínica" com informação transparente para todos.

A entrega da fatura informativa está dependente de ajustes no sistema informático do CHCB para que comece a funcionar.

Depois da urgência, será progressivamente aplicada na consulta externa, meios complementares de diagnóstico e, mais tarde, ao internamento.

No final de 2012, o CHCB acumulava 300 mil euros de taxas moderadoras em dívida, um valor superior ao de 2011, referiu Miguel Castelo Branco, apesar de a taxa de cobrança ter aumentado no último ano.

Fonte: Jornal de Notícias
 

Penso eu de que:
Disse o Dr. Miguel Castelo Branco, que metade dos utentes que frequentam o Hospital, estão isentos de taxas moderadoras?

Dizemos nós que isto talvez se deva à boa vivencia e aos magníficos ordenados, que se praticam por estas paragens…
Os grandes ordenados deste operariado fabril, quer se encontrem na reforma ou a trabalhar, situam-se mesmo ali, juntinho ao limiar da pobreza.
QUE TRISTEZA!!!
Penso ainda que: Quem está isento de pagamento, é porque não pode pagar!
Porque precisa de ver fatura?
Será só para assustar?
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 Hoje mesmo a Lusa, publicava a seguinte notícia:
Aumento de taxas moderadoras deixa milhares de fora
O presidente do Conselho de Administração do Hospital de Cascais, Adalberto Campos Fernandes, avisou hoje que o último aumento das taxas moderadoras "empurrou para fora do sistema de saúde" dezenas ou centenas de milhares de pessoas.
"Estamos no limite de segurança crítico de introdução de barreiras económicas ao acesso [à saúde]", afirmou Adalberto Campos Fernandes, ao comentar a proposta do FMI para aumento das taxas moderadoras, durante um debate hoje em Lisboa sobre a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Para o especialista em economia de saúde, a proposta do FMI transforma as taxas moderadoras em copagamentos, considerando uma ideia descabida e própria de quem desconhece a realidade portuguesa.
"É de quem está a 10 mil quilómetros daqui, e não faz a mínima ideia do que está a dizer", comentou. "O último aumento de taxas moderadoras [registado há um ano] empurrou para fora do sistema de saúde dezenas ou centenas de milhares de pessoas", frisou.
Por isso mesmo, e devido ao contexto de crise, o administrador do Hospital de Cascais diz que deveria haver "uma caracterização epidemiológica da pobreza", na mesma linha do defendido pelo professor da Escola de Saúde Pública Constantino Sakellarides, que advogou a criação de um sistema público de monitorização dos impactos da crise na saúde.
Adalberto Campos Fernandes lamentou ainda que os decisores políticos andem a fugir da questão dos subsistemas de saúde, como a ADSE, que já vêm identificados como um problema a resolver no primeiro memorando da "troika".
"Não percebo como somos tão seguidores dos dispositivos do memorando, mas desde maio de 2011 que o documento indica que os subsistemas são um problema. Andamos há um ano e meio a fugir desta questão como diabo da cruz", comentou.
Para contribuir para a sustentabilidade do SNS, o responsável do Hospital de Cascais defendeu ainda que a reforma hospitalar deve avançar como um "imperativo cívico".
Para Adalberto Campos Fernandes, não avançar com a reforma hospitalar custa muito mais ao país do que um ano inteiro sem que os hospitais cumpram a lei dos compromissos.
Esta lei impede os serviços do Estado de assumir despesa que não tenha cabimento nos três meses seguintes, mas, no caso da saúde, tem suscitado polémica por dificuldades de aplicação e cumprimento por parte dos hospitais.
O presidente da Administração Central do Sistema de Saúde reconheceu hoje, durante o debate, que esta lei foi implementada "num contexto nacional desadequado", e defendeu igualmente a importância de avançar com a reforma hospitalar.
"Se existe redundância de serviços [ao nível dos hospitais], há possibilidade de fazer melhor com menos", comentou João Carvalho das Neves, admitindo que é preciso que a reforma hospitalar avance mais depressa do que tem vindo a acontecer.
Fonte: Lusa

sábado, 12 de janeiro de 2013

Boas Reformas em Portugal


Retirada a notícia do Expresso, publicada neste espaço por a ter achado interessante.

Reformas do FMI reformas de autarcas

Artigo de Opinião de:

Henrique Monteiro

9:08 Sábado, 12 de janeiro de 2013

Há, em Portugal reformas impossíveis, como algumas que propõe o FMI. Mas há outras, que sendo mais abstrusas do que aquelas, são reformas possíveis - como a da senhora presidente da Câmara de Palmela, que depois de 26 penosos anos de trabalho, fica com uma reforma de 1859 euros aos 47 anos de idade. Ana Teresa Vicente, socióloga de profissão e autarca desde 2001, consegue este direito por uma norma que faculta aos políticos a contagem do tempo a dobrar para efeitos de reforma (o PCP, partido a que pertence a autarca, foi e é contra a norma, mas a ideologia, já se sabe, só é útil quando convém para efeitos de obtenção de reforma).

E pronto. Havia uma raspadinha que dava 1500 euros mensais por 10 anos, mas este prémio é mais chorudo. Se Ana Teresa viver mais 40 anos, aufere do Estado um prémio de pouco menos de um milhão de euros. Bom prémio, e a que muita gente que trabalhou 40 anos e não tem nem metade (e outros que nem reformados ainda podem ser) deve deixar cheios de inveja.

E, aqui entre nós, eu penso que é devido a reformas destas que uma boa parte das outras reformas (as do FMI) são impossíveis de levar neste país. É que se o Estado diminui o seu peso, lá se vão estas e outras regalias.

Agora digo eu:
Há muito mais!












Depois ainda dizem que isto está mau!

Está mau mas é só para alguns!

 

 

 


Então não é Zé Povinho?