segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

FEIRA DE INVERNO NA CIDADE DA COVILHÃ



A Câmara Municipal vai realizar, de 8 a 12 de Fevereiro, a quarta edição da FEIRA DE INVERNO DA COVILHÃ.
À semelhança das edições anteriores, todos os visitantes terão a oportunidade de conhecer, entre as 11:00 e as 20:00 horas, o requintado artesanato e provar inúmeros produtos regionais, próprios de uma cidade de montanha.
Produtos alimentares e gastronomia regional; vinhos e licores; doces, biscoitos e bolos; sopas e queijos; peças de decoração de interiores; roupa 100 por cento lã e burel; pintura; arte sacra; bordados; diversos tipos de trabalhos manuais, artesanato e brindes são alguns dos produtos que irão preencher os mais de 30 stands desta quarta edição, que será, seguramente, um sucesso.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Hospital Cova da Beira

Hospital da Covilhã vai entregar fatura com custo de cada urgência para informar utentes

O Hospital da Covilhã prevê entregar, a partir de sexta-feira, uma fatura informativa a todos os utentes do serviço de urgência, anunciou, esta segunda-feira, a administração.

Nada muda nas taxas moderadoras, mas cada pessoa passa a ser informada de quanto custou tratá-la, explicou o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB), Miguel Castelo Branco, em conferência de imprensa.

Num exemplo de fatura entregue aos jornalistas, é descriminado o custo unitário dos tratamentos e apresentada a despesa total da unidade de saúde, de acordo com uma tabela nacional do Serviço Nacional de Saúde.

Ao lado, surge o valor suportado pelo utente com as taxas moderadoras, quando as paga, ressalvou Miguel Castelo Branco, recordando que mais de metade dos utentes do CHCB estão isentos.

A fatura informativa, que não traz qualquer pagamento acrescido, já é entregue noutros hospitais do país e "visa a consciencialização do utente", realçou o presidente do conselho de administração.

Para o responsável, "é importante que as pessoas tenham conhecimento da realidade", para saberem para onde vai o dinheiro dos impostos e para saberem que mesmo as taxas moderadores só cobrem "uma pequena parte dos gastos" em saúde.

Miguel Castelo Branco acredita que a medida vai ajudar a que os hospitais não sejam vistos como "um supermercado em que as pessoas chegam a uma prateleira e tiram um exame e vão a outra tirar outro exame", como se não houvesse despesas.

A despesa não pode limitar os cuidados necessários "de acordo com a informação médica", sublinhou, mas "tem que haver racionalidade clínica" com informação transparente para todos.

A entrega da fatura informativa está dependente de ajustes no sistema informático do CHCB para que comece a funcionar.

Depois da urgência, será progressivamente aplicada na consulta externa, meios complementares de diagnóstico e, mais tarde, ao internamento.

No final de 2012, o CHCB acumulava 300 mil euros de taxas moderadoras em dívida, um valor superior ao de 2011, referiu Miguel Castelo Branco, apesar de a taxa de cobrança ter aumentado no último ano.

Fonte: Jornal de Notícias
 

Penso eu de que:
Disse o Dr. Miguel Castelo Branco, que metade dos utentes que frequentam o Hospital, estão isentos de taxas moderadoras?

Dizemos nós que isto talvez se deva à boa vivencia e aos magníficos ordenados, que se praticam por estas paragens…
Os grandes ordenados deste operariado fabril, quer se encontrem na reforma ou a trabalhar, situam-se mesmo ali, juntinho ao limiar da pobreza.
QUE TRISTEZA!!!
Penso ainda que: Quem está isento de pagamento, é porque não pode pagar!
Porque precisa de ver fatura?
Será só para assustar?
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 Hoje mesmo a Lusa, publicava a seguinte notícia:
Aumento de taxas moderadoras deixa milhares de fora
O presidente do Conselho de Administração do Hospital de Cascais, Adalberto Campos Fernandes, avisou hoje que o último aumento das taxas moderadoras "empurrou para fora do sistema de saúde" dezenas ou centenas de milhares de pessoas.
"Estamos no limite de segurança crítico de introdução de barreiras económicas ao acesso [à saúde]", afirmou Adalberto Campos Fernandes, ao comentar a proposta do FMI para aumento das taxas moderadoras, durante um debate hoje em Lisboa sobre a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Para o especialista em economia de saúde, a proposta do FMI transforma as taxas moderadoras em copagamentos, considerando uma ideia descabida e própria de quem desconhece a realidade portuguesa.
"É de quem está a 10 mil quilómetros daqui, e não faz a mínima ideia do que está a dizer", comentou. "O último aumento de taxas moderadoras [registado há um ano] empurrou para fora do sistema de saúde dezenas ou centenas de milhares de pessoas", frisou.
Por isso mesmo, e devido ao contexto de crise, o administrador do Hospital de Cascais diz que deveria haver "uma caracterização epidemiológica da pobreza", na mesma linha do defendido pelo professor da Escola de Saúde Pública Constantino Sakellarides, que advogou a criação de um sistema público de monitorização dos impactos da crise na saúde.
Adalberto Campos Fernandes lamentou ainda que os decisores políticos andem a fugir da questão dos subsistemas de saúde, como a ADSE, que já vêm identificados como um problema a resolver no primeiro memorando da "troika".
"Não percebo como somos tão seguidores dos dispositivos do memorando, mas desde maio de 2011 que o documento indica que os subsistemas são um problema. Andamos há um ano e meio a fugir desta questão como diabo da cruz", comentou.
Para contribuir para a sustentabilidade do SNS, o responsável do Hospital de Cascais defendeu ainda que a reforma hospitalar deve avançar como um "imperativo cívico".
Para Adalberto Campos Fernandes, não avançar com a reforma hospitalar custa muito mais ao país do que um ano inteiro sem que os hospitais cumpram a lei dos compromissos.
Esta lei impede os serviços do Estado de assumir despesa que não tenha cabimento nos três meses seguintes, mas, no caso da saúde, tem suscitado polémica por dificuldades de aplicação e cumprimento por parte dos hospitais.
O presidente da Administração Central do Sistema de Saúde reconheceu hoje, durante o debate, que esta lei foi implementada "num contexto nacional desadequado", e defendeu igualmente a importância de avançar com a reforma hospitalar.
"Se existe redundância de serviços [ao nível dos hospitais], há possibilidade de fazer melhor com menos", comentou João Carvalho das Neves, admitindo que é preciso que a reforma hospitalar avance mais depressa do que tem vindo a acontecer.
Fonte: Lusa

sábado, 12 de janeiro de 2013

Boas Reformas em Portugal


Retirada a notícia do Expresso, publicada neste espaço por a ter achado interessante.

Reformas do FMI reformas de autarcas

Artigo de Opinião de:

Henrique Monteiro

9:08 Sábado, 12 de janeiro de 2013

Há, em Portugal reformas impossíveis, como algumas que propõe o FMI. Mas há outras, que sendo mais abstrusas do que aquelas, são reformas possíveis - como a da senhora presidente da Câmara de Palmela, que depois de 26 penosos anos de trabalho, fica com uma reforma de 1859 euros aos 47 anos de idade. Ana Teresa Vicente, socióloga de profissão e autarca desde 2001, consegue este direito por uma norma que faculta aos políticos a contagem do tempo a dobrar para efeitos de reforma (o PCP, partido a que pertence a autarca, foi e é contra a norma, mas a ideologia, já se sabe, só é útil quando convém para efeitos de obtenção de reforma).

E pronto. Havia uma raspadinha que dava 1500 euros mensais por 10 anos, mas este prémio é mais chorudo. Se Ana Teresa viver mais 40 anos, aufere do Estado um prémio de pouco menos de um milhão de euros. Bom prémio, e a que muita gente que trabalhou 40 anos e não tem nem metade (e outros que nem reformados ainda podem ser) deve deixar cheios de inveja.

E, aqui entre nós, eu penso que é devido a reformas destas que uma boa parte das outras reformas (as do FMI) são impossíveis de levar neste país. É que se o Estado diminui o seu peso, lá se vão estas e outras regalias.

Agora digo eu:
Há muito mais!












Depois ainda dizem que isto está mau!

Está mau mas é só para alguns!

 

 

 


Então não é Zé Povinho?

 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Basquetebol – UNIDOS


Calendário dos jogos do Unidos do Tortosendo, na modalidade de basquetebol, nos diversos escalões em que participam as suas equipas, até Abril de 2013.
 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Escola Secundária Campos Melo, comemorou mais um aniversário


Ela foi também minha escola, parabéns pelos seus 129 anos de vida.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

TANTOS TACHOS!


 
 
 
Lobo Xavier, pertence aos conselhos de administração do BPI, da Mota-Engil e da Sonaecom.


Tantos tachos!
Agora é nomeado Presidente da Comissão para a Reforma do IRC.
É só mais Um!

Depois ainda dizem que isto está mau!
Está mau mas é só para alguns!
 
Então não é Zé Povinho?

 

Nos Gabinetes dos Senhores Ministros


O Tribunal de Contas, dá-nos conta:

Que aos gabinetes de Suas Exas. Senhores Ministros, ainda não chegou a austeridade. E se gasta por lá à GRANDE.
Depois ainda dizem que isto está mau!
Está mau, mas é só para alguns!
Então não è Zé Povinho?

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

SNOWBOARD URBAN FESTIVAL


A cidade da Covilhã, prepara-se para receber no próximo dia 26 de Janeiro de 2013 a segunda edição da FIS Europa Cup em Snowboard.
Provas que prometem agitar a cidade, por tratar-se da primeira prova europeia e a segunda prova FIS em Portugal.
Disseram-nos da Federação de Desportos de Inverno de Portugal, sediada na Covilhã, estarem previstas muitas participações a nível nacional e europeu, visto as provas darem a possibilidade aos seus participantes de pontuarem para os jogos olímpicos de Sochi 2014, e ser também a primeira vez que uma taça da europa da modalidade se realiza em Portugal. Para os vencedores estarão reservados bons prémios monetários.
 
A não perder!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

BOAS FESTAS


Para Todos
um Feliz Natal
E um Bom Ano Novo
 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Mais uma vez ! "A Barragem das Cortes"


BARRAGEM: OBRAS PODEM AVANÇAR

Câmara da Covilhã falou verdade, “mesmo que aparentemente não parecesse”, garante Carlos Pinto, sobre a revogação do despacho de prorrogação da Declaração de Impacte Ambiental do projecto de construção da barragem das Cortes. Segundo o autarca, estão reunidas todas as condições para se avançar com a construção da famigerada barragem.

Segundo Carlos Pinto tratou-se de um erro jurídico e formal que será ultrapassado, entretanto a Declaração de Impacte Ambiental mantém-se em vigor, uma vez que um acto administrativo sem audiência prévia é nulo “significa que não havendo audiência de interessados não há acto novo, o acto praticado está assim em vigor, a câmara disse a verdade e não há neste momento qualquer impedimento à construção da barragem”.

Segundo Carlos Pinto nada impede a construção da barragem até porque a autarquia tomou posse administrativa dos terrenos onde irá ser construída, na passada sexta-feira “a esta hora está a decorrer a vistoria perpetuam rei memoriam passando os terrenos para a posse da câmara, só falta adjudicar a obra e obter o visto do tribunal de contas”.

Carlos Pinto lamentou a posição daqueles que “são permissivos com os nomes da aristocracia da Covilhã”, diz que foram poucos os que o acompanharam nesta luta pela construção da barragem que se arrasta há anos “com a permissividade do Partido Socialista”. Na resposta, Vítor Pereira diz que em nenhum momento colocou em causa a importância deste investimento que espera inaugurar no próximo mandato e para o qual vai convidar Carlos Pinto a cortar a fita “eu não estou preocupado com a paternidade da barragem e não me importo, se for eleito presidente da câmara como espero, de o convidar para lá ir cortar a fita, o mesmo faria com todas as obras que foram da sua autoria”.Fonte: R C B