
O homem de 74 anos tem um tipo sanguíneo muito raro e o seu plasma é usado na criação da vacina Anti-D, dada às mães para evitar que os seus bebés sofram da doença de Rhesus (também conhecida como doença hemolítica ou eritroblastose fetal).
Esta doença acontece quando o sangue da mãe é Rh- e o do filho é Rh+ e provoca incompatibilidade entre os dois. Após a primeira gravidez, ou após ter recebido uma transfusão de Rh+, a mãe cria anticorpos que posteriormente vão atacar o sangue do recém-nascido.
É aqui que o sangue de James intervém, já que consegue prevenir esse ataque ao sangue do bebé. E, por isso, é conhecido como «o homem com o braço de ouro».
Em mais de dez anos, o australiano já fez 984 doações de sangue e até salvou a vida do próprio neto. «Nunca pensei em parar de doar», disse.
Relatava assim: o sismo, sentido em quase todo o distrito de Castelo Branco. Imagem: Instituto de Meteorologia 


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NUNO NOGUEIRA


